21/01/2010
Não mate os sonhos de outras pessoas
Sempre fui uma pessoa sonhadora. Por vezes, quando tentava fazer algo diferente em minha forma de estudar ou pensava em projetar planos mirabolantes para o futuro quando mais jovem, era comum esbarrar nas crenças limitantes de outras pessoas. Era comum pessoas mais velhas me desestimularem, afirmando que meus objetivos eram grande demais, que as coisas seriam difíceis e que provavelmente eu não conseguiria alcançá-los. Poucas vezes, tive a oportunidade de encontrar pessoas mais experientes que me incentivassem. Não fosse pelo apoio incondicional de meus pais e alguns bons amigos, talvez realmente aqueles que prediziam que não alcançaria o que deseja acertassem em cheio. E hoje, quando vejo a extensão de nosso trabalho pelo Instituto com pessoas em todo o Brasil, ajudando-as a construírem melhores resultados pessoais e profissionais em suas vidas, agradeço a Deus por jamais ter desistido.
Fiquem tranqüilos. Não desejo fazer aqui uma mini auto-biografia, mas sugerir que devemos ter cuidado ao dar a alguém o poder de podar os nossos sonhos quando, não raro, estas pessoas estão projetando suas próprias limitações nos conselhos que oferecem, ainda que não tenham consciência disso. Tenho certeza que assim como eu, você também tinha e tem muitas metas. Talvez muitas delas nunca se tornem reais. Mas, se apenas algumas se concretizarem já pode ser o suficiente para ter vivido uma vida que valha à pena!
Não deixem que outros sufoquem seus objetivos. E também tome cuidado para não sufocar os objetivos de ninguém. Aconselhar é atitude nobre e necessária. No entanto, impor crenças baseadas em suas próprias experiências, normalmente denota frustração e irresponsabilidade. Construa suas escolhas e auxilie as outras pessoas a construir as delas, mas sem jamais impor seus pontos de vista sobre o que dará ou não certo ou errado! Se não fossemos persistentes, não teríamos chegado aonde estamos chegando. Aproveite o dia e reflita sobre o que você tem ouvido de quem lhe rodeia. Pondere sobre o que faz sentido e deve ser levado em consideração e o que pode ser apenas uma expressão, ainda que não intencional, de frustrações enrustidas projetadas nas opiniões que são oferecidas. Cuidado para não matar os sonhos de outras pessoas e para não permitir que matem os seus!
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